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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

EXCLUSIVO! Movimento "Todos pelo Esporte Ipatinguense" busca flexibilização do seguimento

Reprodução
A pandemia criou em todos algumas incertezas. Um mal que assolou a humanidade. Os mais diversos seguimentos pelo mundo ficaram estagnados. Um destes, e dos mais importantes, o esporte. Como é ruim um final de semana sem futebol, sem poder jogar um vôlei, basquete, futsal, enfim. Horrível. 

Na região do Vale do Aço, todos os finais de semana, a bola rolava para os jogos amistosos entre clubes veteranos, além dos campeonatos amadores. Assim que, a pandemia apareceu, tudo ficou congelado. O FUTBLOG DO SORRISO esteve em contato com Michael Simon, um dos idealizados de eventos esportivos no Vale do Aço, e principal no encabeçamento do Movimento: "Todos pelo Esporte Ipatinguense".

O objetivo é estudar junto aos órgãos competentes a possibilidade de retomada do esporte em Ipatinga seguindo os protocolos de segurança. 

Segue abaixo o que ele destacou de forma EXCLUSIVA ao FUTBLOG DO SORRISO a respeito da questão:

Deste modo, o esporte tem enfrentado uma das piores crises de sua história. Em todo o município temos inúmeros clubes, escolinhas de atividades esportivas, praça de esportes, milhares de profissionais da área, e seus fornecedores (artigos esportivos em geral como: bolas, coletes, uniformes, materiais de treino, e outros) totalmente paralisados, sendo muitos dependentes do recurso oriundos da pratica esportiva. 

Por isso, o Movimento Todos Pelo Esporte em Ipatinga vem solicitar a flexibilização do esporte através das considerações, justificativa e proposta de um modelo base de Protocolo de Segurança, contendo uma série de recomendações e orientações gerais, a fim de estruturar a atividade física e as práticas esportivas de forma mais ampla, tendo como pressuposto a adaptação em seu contexto e realidade, a partir das recomendações dos cientistas, da OMS e das autoridades públicas da área da saúde.

1. Considerando o contexto atual vivenciado por todo segmento dos Esportes;

2. Considerando a necessidade de garantir a saúde dos profissionais envolvidos nesse segmento e ao mesmo tempo possibilitar a manutenção das entidades e famílias que dependem dessa cadeia de serviços;

3. Considerando que o Profissional de Educação Física fora reconhecido como agente de saúde pelo Conselho Nacional da Saúde, por meio da Resolução CNS n°. 218/97. Por sua vez, o Ministério da Saúde, atento aos fatores determinantes de saúde e principalmente aos altos índices de sedentarismo no Brasil, há anos já incluiu a atividade física no Sistema Único de Saúde (SUS) como fator primordial para melhorar a qualidade de vida da população.

4. Considerando que os órgãos internacionais UNESCO – Organização Mundial da Saúde, reconhecem os incontáveis benefícios que a Educação Física – Atividade Física – Exercício Físico e Esportes podem proporcionar.

5. Considerando, os deveres previstos na Constituição Federal, em especial aqueles contidos em seu art. 217, que reconhecem como obrigação do Estado o fomento das atividades desportivas.

6. Considerando a Lei nº 12.864/2013, que reconhece a atividade física como uma das determinantes e condicionantes da saúde dos cidadãos e da coletividade.

Por toda a fundamentação supramencionada, verifica-se a grande importância dos serviços dos Profissionais do Esporte, Clubes e congênitos, que, além de serem responsáveis pela orientação e ensino da prática da atividade física e desportiva, também são responsáveis pela promoção da saúde da coletividade.

Portanto, percebe-se que deve ser considerada como atividade essencial a prática regular de atividade física, nos estabelecimentos próprios para tanto, e que tal prática deve ser incentivada pelo poder público desde que, logicamente, no atual contexto, respeitadas todas as medidas preventivas determinadas pelo Ministério da Saúde, pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e pela própria Secretaria Municipal da Saúde de Ipatinga, autoridades máximas sanitárias.

Percebe-se que, muito além de questão econômica – uma vez que tantos meses de serviços paralisados culmina em profissionais do esporte sem emprego, centros esportivos, e demais serviços da área em colapso financeiro, estamos diante de atividade essencial para a saúde dos cidadãos, que está sendo obstada de funcionar.

Juntos criamos um protocolo contendo dez eixos norteadores para apreciação dos órgãos públicos competentes. São medidas que garantem efetiva proteção aos praticantes e consumidores do esporte amador das diferentes modalidades, que complementadas por protocolos específicos de suas realidades que trarão segurança sanitária e a necessária coordenação de ações para adequações a nova normalidade que a sociedade viverá pós-pandemia.

O principal objetivo do “Movimento Todos pelo Esporte Ipatinguense” é a busca da flexibilização e da representação do seguimento. Tendo em vista que a cidade de Ipatinga é uma das principais referência e potência esportiva do Estado de Minas, com praças esportivas bem estruturadas, com profissionais capacitados e com um poder de transformação social único, nós do esporte lutamos por um retorno lógico e consciente.

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