Flamenguista que matou botafoguense com espeto de churrasco pega 19 anos de prisão

Reprodução/TV Globo
G1 Rio

Rogério Silva Guinard também foi condenado a outros sete anos e seis meses por associação criminosa. Caso foi julgado pelo Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri da Capital do TJ-RJ.

O torcedor flamenguista Rogério Silva Guinard, integrante de uma torcida organizada, pegou 19 anos de reclusão, em regime fechado, pela morte do torcedor do Botafogo, Diego Silva dos Santos, de uma torcida organizada rival, durante conflito entre torcidas ocorrido no dia 12 de fevereiro de 2017, no bairro do Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio. Durante a briga, Diego foi perfurado por Rogério com um espeto de churrasco.

Rogério também foi condenado a outros sete anos e seis meses de reclusão por associação criminosa. O caso foi julgado pelo Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri da Capital do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Outro acusado de participar do conflito, Herbert Vinicius Sabino de Paula foi absolvido do crime de homicídio pelo Conselho de Sentença, mas foi condenado por associação criminosa. Como já cumpriu três anos em prisão provisória, irá cumprir o restante da pena em regime aberto.

Um terceiro acusado de participar do crime, também integrante da torcida organizada, Vitor Portêncio da Silva, que também seria julgado, teve o júri adiado porque os advogados não compareceram. Ele agora terá sua defesa sob a responsabilidade da Defensoria Pública do RJ enquanto aguarda uma nova data para o julgamento.

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O crime aconteceu no dia 12 de fevereiro de 2017. Por volta das 18 horas, houve confronto entre integrantes das duas torcidas organizadas no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio. Diego Silva dos Santos caiu, foi agredido por chutes, socos, golpes de porrete e foi perfurado várias vezes. Ele morreu no Hospital Salgado Filho.

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