quarta-feira, 10 de julho de 2019

Polícia Civil apreende celulares, computadores e documentos em operação que investiga o Cruzeiro

📷 Maurício Vieira / Hoje em Dia 
Hoje em Dia 

A Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em instalações do Cruzeiro e em residências e empresas de pessoas ligadas ao clube nesta terça-feira (9). A operação “Primeiro Tempo” tem o objetivo de reunir mais provas na tentativa de apurar supostas irregularidades e transações financeiras ilegais de dirigentes do time celeste.

Logo no início da manhã, agentes da corporação foram até a sede administrativa do time, no Barro Preto, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, e nos centros de treinamentos dos profissionais e das categorias de base - Toca da Raposa e Toquinha, na região da Pampulha - para cumprir os mandados de busca e apreensão.

Dentro de campo, o time vive um momento importante, já que na quinta-feira (11), no Mineirão, enfrenta o Atlético pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Confira a nota da Polícia Cívil de Minas Gerais sobre as investigações no Cruzeiro:

A Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, por meio do Departamento Estadual de Investigação de Fraudes/DEF realizou, nesta data, operação policial “PRIMEIRO TEMPO” visando o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão, tanto em instalações do Cruzeiro quanto em residências e empresas de pessoas ligadas ao clube.

Encontra-se em tramitação no DEF um Inquérito Policial que visa apurar a prática de crimes, em tese, cometidos por dirigentes do Cruzeiro, havendo notícia da prática de falsificação de documentos, apropriação indébita e outros delitos, sendo que a operação “PRIMEIRO TEMPO” pretende reunir nos autos mais elementos necessários à investigação policial.

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram apreendidos diversos documentos, computadores, celulares e outros equipamentos de interesse para a investigação.

Participaram da operação aproximadamente 100 (cem) policiais civis, dentre delegados, investigadores, escrivães e peritos, além de terem sido utilizadas cerca 30 (trinta) viaturas policiais.

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