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sexta-feira, 20 de maio de 2022

No casamento de Lula e Janja, celulares foram vetados, menos do cardiologista

Divulgação

O monitoramento dos celulares foi um dos pontos que mais chamaram a atenção no casamento da socióloga Rosangela Silva, a Janja, e do ex-presidente Lula. Amigos e familiares que acompanharam a cerimônia, na quarta-feira (18), em São Paulo não puderam fazer registros. Com exceção do plantão médico: o único liberado foi o cardiologista Roberto Kalil, médico e amigo do ex-presidente Lula.

Kalil trabalha seis vezes por semana, das 8 da manhã à meia-noite. O sábado é o único dia de folga (mas não do celular), a pedido da endocrinologista Claudia Cozer Kalil, com quem se casou em 2015. O stress já lhe rendeu uma gastrite, colesterol alto, sinusite crônica, osteoporose e três stents. “Sem trabalho duro não se faz um bom médico”, diz a cardiologista Ludhmila Hajjar, do Vila Nova Star, que trabalhou durante dez anos ao lado do médico.

Na chegada do casamento, numa casa de eventos na zona sul da capital paulista, uma integrante do cerimonial “convidava” as pessoas a guardarem seus aparelhos celulares dentro de um envelope branco. Recebiam, então, uma senha para retirar o celular na saída. Os convidados perceberam que todos foram submetidos à regra, menos o cardiologista, por estar sempre de plantão – e menos também o dono misterioso de um aparelho, que ficou durante algum tempo perdido num sofá da casa de evento.

Sem celular gravando as conversas, os políticos ficaram mais à vontade para falar sobre eleições. Nas rodas de conversas, Geraldo Alckmin (PSB) circulava ao lado da mulher, Lu Alckmin, mas não se arriscaram a dançar na pista, onde uma banda tocava para os convidados. Os dois sentaram na primeira fileira da cerimônia religiosa. A festa representa o último momento social particular antes do início da campanha – de fato.

Comitê

Na próxima segunda-feira (23), o comando da campanha de Lula convocará um comitê suprapartidário – distribuindo funções a diferentes aliados de diferentes partidos – exatamente para começar a martelar a ideia de que a campanha de Lula não é do PT, mas, sim, de uma frente ampla.

Participarão do evento, num hotel na capital paulista, os sete partidos que compõem a aliança em torno de Lula: PT, PSB, PSOL, Rede, PCdoB, PV e Solidariedade. Lula participará, inclusive, do encontro – que contará com vários aliados que não foram chamados para o evento de quarta-feira.

RÁDIO PAMPA 

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