![]() |
| đ· Marcello Casal Jr / AgĂȘncia Brasil |
A AgĂȘncia Nacional de TelecomunicaçÔes (Anatel) autorizou o reajuste dos planos bĂĄsicos de telefonia fixa pelas concessionĂĄrias do serviço (Oi, TelefĂŽnica, Claro, Sercomtel e Algar). Os aumentos variam de 0,7% a 6,76%, a depender da empresa.
A Anatel regula apenas as tarifas das chamadas concessionĂĄrias, empresas que assumiram o direito de explorar o serviço utilizando infraestrutura da UniĂŁo antes controlada pelo extinto Sistema TelebrĂĄs. Nesse caso, a lei impĂ”e uma sĂ©rie de obrigaçÔes, entre elas a normatização das tarifas pela agĂȘncia. Outras companhias podem oferecer o serviço, mas como “autorizatĂĄrias” e sem ter seus planos sujeitos a esse tipo de regras por parte do ĂłrgĂŁo.
Pela decisĂŁo do Conselho Diretor da Anatel, o reajuste ficarĂĄ em 6% para a Oi (ligaçÔes locais em todo o paĂs, Ă exceção de SĂŁo Paulo), 4,9% para a TelefĂŽnica (ligaçÔes locais no estado de SĂŁo Paulo), 6% para a Claro (chamadas de longa distĂąncia), 6,7% para a Sercomtel (ligaçÔes locais em cidades do ParanĂĄ) e 0,7% para a Algar (ligaçÔes locais em nove estados, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste).
A direção da Anatel tambĂ©m definiu o reajuste de cartĂ”es de telefones pĂșblicos, mais conhecidos como “orelhĂ”es”. A modalidade mais simples, de 20 crĂ©ditos, passarĂĄ a custar R$ 2,66.
Apesar da presença muito mais forte da telefonia mĂłvel (com 228 milhĂ”es de acessos ativos em maio de 2019), de acordo com a Anatel havia no mesmo perĂodo cerca de 35,9 milhĂ”es de linhas ativas. A evolução recente, no entanto, mostra declĂnio do serviço: em maio de 2018, eram 38,8 milhĂ”es de telefones fixos em funcionamento.

Nenhum comentĂĄrio:
Postar um comentĂĄrio
Os comentĂĄrios sĂŁo de inteira responsabilidade de seus autores e nĂŁo representam a opiniĂŁo deste site.