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Com direito a gritos de 'olé', Atlético vence clássico contra o Cruzeiro no Independência

Bruno Cantini / Atlético / Divulgação
Hoje em Dia 

“O sentimento dos jogadores aqui é de ódio mortal”. Rodrigo Santana não escolheu as palavras certas para ilustrar o quanto seus atletas estavam “mordidos” com a eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil para o arquirrival Cruzeiro. No entanto, esse tal “ódio”, que poderia ter sido trocado por “garra” ou “raça”, foi convertido em triunfo dete domingo (4), sobre a Raposa, por 2 a 0, na revanche entre as equipes, em duelo válido pela 13ª rodada do Brasileiro.

Os gols do Vingador foram marcados pelo “iluminado” Vinicius, no primeiro tempo, e Nathan, no finalzinho do embate.

O resultado manteve o Galo no G-4, agora com 24 pontos, enquanto os celestes chegaram sete confrontos consecutivos sem balançar as redes na temporada e voltam a figurar na zona de rebaixamento, com míseros dez pontos.

O jogo

As duas equipes pecaram bastante no primeiro terço de jogo, mas de formas distintas. Enquanto o Cruzeiro falhava, sobretudo, no último passe, o Atlético errava bastante na finalização. Do lado celeste, Thiago Neves estava irreconhecível. Do lado alvinegro, Chará tentava assumir a responsabilidade, mas suas tramas não davam resultado.

Quem mais chamava atenção, no entanto, era o VAR, por conta da demora para a consulta de um lance envolvendo o colombiano do Atlético e seu compatriota, o cruzeirense Orejuela. Os torcedores do Galo exigiam a marcação de um pênalti, mas Leandro Pedro Vuaden acusou falta de Réver no início da jogada. A revolta dos torcedores alvinegros logo daria lugar a uma festa. Aos 45 minutos, Ricardo Oliveira acionou Vinicius, que carregou a bola, arriscou da entrada da área e acertou o canto direito rasteiro de Fábio: 1 a 0.

Segundo tempo

Os dois times voltaram do intervalo com as mesmas escalações que iniciaram o duelo. Aos 17 minutos, Mano Menezes promoveu a primeira alteração no Cruzeiro: Robinho no lugar de Ariel Cabral. Esperava-se que os celestes ganhariam em criatividade, mas o que se viu foi o Atlético ganhando os espaços no meio de campo, uma vez que a marcação da Raposa ficou mais fragilizada.

Rodrigo Santana percebeu isso e colocou gás novo: Geuvânio na vaga de Cazares. Em uma de suas investidas, o atacante arriscou de longe e acertou a trave de Fábio. No finalzinho, Nathan ampliou o placar, e os gritos de “olé”, proferidos pela Massa, imperaram no Horto.

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