Rodrigo Santana avalia chance de seguir no comando do Atlético-MG e confirma titulares na Venezuela

Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG/Divulgação
O Atlético-MG conseguiu uma importante vitória nesta quarta-feira, sobre o Vasco, em São Januário. O triunfo por 2 a 1 fez com que o Galo mantivesse os 100% de aproveitamento no Brasileirão e certamente dará mais tranquilidade para o trabalho de Rodrigo Santana nos próximos dias. O treinador interino comemorou o resultado em entrevista coletiva.

- Saio muito feliz pela entrega da equipe. O Vasco cresceu no segundo tempo, estava jogando em casa. Quebramos um tabu, a última vitória do Atlético aqui foi em 2002. Na era dos pontos corridos, a gente não havia vencido aqui. A gente se baseou muito no último jogo do Vasco, com o Santos. A gente sabia da força do Vasco aqui, da necessidade de vencer em casa. A gente procurou fazer um jogo seguro, eficiente. Com o Galo é assim, na raça, tem que colocar a alma para fora. Nada melhor que fazer um gol no final para coroar a entrega do grupo.

- Eu quero ajudar o Galo da melhor forma. Se a diretoria achar que tenho que permanecer (no comando do time principal) ou ficar como auxiliar ou retornar para o sub-20, quero estar com consciência tranquila. O grupo está respondendo muito bem. Vim na intenção de poder ajudar o Galo. Trabalhei oito anos como treinador profissional, em clubes menores. Agora vejo o tamanho da dimensão do Atlético. A facilidade para obter informações também facilita meu trabalho.

O Atlético-MG, agora, se prepara para o jogo contra o Ceará, no próximo sábado, em Fortaleza, novamente pelo Brasileirão. Logo depois, na terça-feira, o duelo é com o Zamora, na Venezuela, pela Libertadores. O jogo vale uma classificação para o Galo, que precisa vencer para ir à Copa Sul-Americana. Por isso, Rodrigo avisa: quer todos os titulares na partida.

- Jogo importante que também vale a Sul-Americana. A gente quer ir com força máxima. Vamos conversar com o DM, com nosso fisiologista. Quero entrar com todo mundo 100% lá. Está valendo Sul-Americana.

Roteiro do jogo

- A gente fez o primeiro gol, criamos duas chances com superioridade numérica, tinha tudo para matar o jogo, infelizmente tomamos o gol. O Chará é um cara que eu conto muito, tanto por dentro quanto por fora. Precisava usar essa força do Chará, que ajuda a marcar e ligar o contra-golpe. A gente deu sorte usando o Bolt de um lado, Geuvânio pelo outro e um pouco mais de velocidade e intensidade com o Chará por dentro.

- Muito grande. A gente sabia da dificuldade aqui. Jogo muito difícil. Tinha um tabu muito grande. Pela necessidade do Vasco de vencer o jogo, a gente sabia que seria muito pressionado. A gente precisava minimizar erros, fazer um jogo muito seguro. A gente tomou um gol de empate, e já estava excelente para a gente levar o empate. Conseguir terminar com a vitória para a gente foi muito importante.

Arbitragem

- Tenho que parabenizar o Klauss, que fez uma excelente partida, foi muito discreto na partida, não precisou usar o VAR. Foi muito boa a partida dele para os dois lados. Não estou defendendo porque ganhei o jogo. Poderia ter perdido e estaria elogiando.

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